2018: Um ano de recomeços

Antes de tudo, quero desejar Feliz Ano Novo a quem estiver lendo:

 

 

Não preciso começar com o clichê de que nada mudou. Todo mundo sabe disso. A ideia de ano novo é renovar o espírito para seguir em frente. E é justamente sobre isso que desejo escrever hoje.

Talvez você se arrependa de algo que fez em 2017 (ou em 2016, ou em 2015...). Talvez as pessoas ao seu redor também se arrependam do que lhe tenham feito. Ei, todos os seres humanos cometem erros, é apenas natural (e até saudável). Mas como seguir em frente depois do erro cometido? Pedir desculpas é suficiente? Reuni aqui três casos de pessoas bem diferentes que erraram e tentaram seguir em frente em 2017, e vamos ver como elas se saíram.

 

#1 - Bel Pesce: a Menina do Vale

 

Tenho que certeza que alguns de vocês leram este título com uma risadinha, e talvez achem que sabem o que está por vir. Estão enganados. Acompanhem o raciocínio.

 

 

Bel Pesce é uma engenheira de 29 anos com currículo invejável: formada em Engenharia Elétrica & Ciência da Computação (é um curso só) e Administração no MIT e com estágios no Google, na Microsoft e na Lemon Wallet, tudo indicava uma carreira promissora na tecnologia. Vou falar algo que poucas pessoas sabem sobre o mundo da computação e áreas correlatas de alta tecnologia: é uma carreira conivente com profissionais medíocres. Não digo isso como um demérito. A maioria esmagadora dos desafios tecnológicos atuais é simples de resolver, mas requer mão-de-obra especializada e muito tempo investido. Ou seja, se você está disposto a estudar por muitos anos assuntos que quase todos os demais seres humanos considera intragável demais para si mesmos e depois trabalhar muitas horas por semana em problemas repetitivos com soluções previamente descritas por outras pessoas, as multinacionais de tecnologia estarão felizes em lhe recompensar alegremente. Claro que há espaço para gênios e inovadores, mas não é um requisito. 

Portanto, Bel e seus currículos do MIT já tinham conhecimento e experiência suficientes para terem uma carreira confortável, mas ela queria mais. Para isso, ela retornou ao Brasil e decidiu-se enveredar pelos caminhos do que hoje conhecemos como empreendedorismo de palco: empresários cujo principal negócio é vender o empreendedorismo a outros empresários. Ao contrário da computação, ao empreendedor de palco não é cedido o direito à mediocridade: os clientes querem se sentir motivados e engajados por profissionais dinâmicos, inovadores, extraordinários. E, acredito, foi aí que Bel derrapou.

A carreira de Bel seria promissora na computação, mas não no empreendedorismo. Veja bem, o Brasil é um país peculiar: valorizamos resultados, mas não esforço. Prova disso é que estamos contando diplomas e não anos de estudo. O ex-presidente que subiu a Esplanada dos Ministérios sem o diploma de ensino fundamental vestiu a camisa da falta de estudo formal como uma medalha. Em algum momento, Bel deve ter percebido que seu currículo, outrora invejável, agora era insuficiente, e que ela, em seu quarto de século sobre a Terra, deveria ter experiência de sobra para dar e vender (especialmente vender). Com isto, ela foi deixando que uma percepção pública inflada da sua história fosse sendo divulgada, até que ela mesma esqueceu-se da realidade e passou a acreditar na versão mais brilhante, mais viva, mais interessante dos fatos alternativos

 

 

Eventualmente, alguém decidiu questionar tudo isso e a casa caiu. Não vou entrar nos detalhes. O fato é que ela cometeu um erro, intencionalmente ou não, e ele explodiu na face dela, sem aviso e com estrondo. O que você faria nesta situação? O que foi feito está feito, não pode ser mudado. Como se repara uma reputação destruída? Como se recomeça depois disso?

Bom, a opção dela foi sair pela tangente. Em nenhum momento pede desculpas pelo que tenha dito ou pelo que tenha feito. As desculpas são sempre "por não ter sido 200% transparente" ou "por não ter sido mais clara". Embora haja provas em vídeo dela assumindo que liderou equipes no Google e na Microsoft, que vendeu a própria empresa por 50 milhões de dólares, que conquistou 5 diplomas no MIT, ela prefere negar que isto tenha acontecido e dizer, em vez disso, que "não foi clara". Ficamos com a impressão de que, se ela não reconhece os próprios erros, então não se arrepende do que fez. Mas esta é uma impressão inicial, feita na semana seguinte ao escândalo. A negação, afinal, é o primeiro estágio do luto. O que Bel Pesce diria em 2017, após um ano, sobre os erros que cometeu?

 

 

Receio que a resposta seja não. Em entrevista ao programa Mulheres Positivas, do Estadão, Bel Pesce reaparece diante das câmeras. mas utiliza a oportunidade apenas como outra forma de autopromoção. Dos 21 minutos de vídeo, dos quais ela domina a maior parte da comunicação e precisa ser bruscamente interrompida pelas entrevistadoras para se manter no assunto, ela gasta os primeiros 6 minutos dizendo que é vítima da "desproporcionalidade da internet", da "zoeira", da "zona", dos "haters".  Aliás, ao falar das críticas recebidas, Bel separa-as entre "válidas" e "inválidas", citando como exemplo de "válida" a crítica de não ficar claro quem estaria na liderança da hamburgueria. Esta crítica, se é que existiu de verdade, é deveras estapafúrdia: as personalidades à frente do projeto estavam muito bem definidas, tanto que o nome do estabelecimento seria uma junção dos nomes dos fundadores. Ninguém tem esta preocupação na hora de comer: "hmm, qual dos donos do restaurante é o mais alfa de todos?".

A preocupação era de cunho mais pessoal: "se ela mentiu sobre o currículo e a carreira, como posso confiar nela?". A entrevistadora tenta forçar o assunto na entrevista, mas Bel está preparada e determinada a sair pela tangente sempre que pressionada. De fato, venho acompanhando as mídias sociais dela há alguns meses e não há menção ao episódio. Ela o trata como se nunca tivesse acontecido. E é justamente por isto que não consegue prosseguir. Ao evitar o assunto, a Menina do Vale apenas demonstra que não vale. 

 

#2 - (MC) Biel

 

Se você esboçou outra risadinha ao ler este título, então está pronto(a) para continuar lendo. Se não, dá uma lida no resumão da treta que publiquei há alguns dias.

 

 

Confesso que tenho um pouco de simpatia (não confundir com empatia) com ele porque o sucesso chegou a ele muito cedo, antes que pudesse estar preparado para lidar com a fama. Biel (ex-MC Biel) era um cantor de funk paulista adolescente que fez algum sucesso no país há alguns anos. Eu não acompanhava a cena musical nacional na época, então não lembro sequer de uma música dele.

Biel atualmente tem 21 anos, mas possuía 19 na época dos ocorridos. Contra ele, pesam duas acusações: omissão de socorro em atropelamento e assédio sexual/injúria sexual. A primeira teria ocorrido na cidade natal dele, Lorena, no interior do estado de São Paulo, onde ele teria atropelado uma motociclista e fugido sem prestar socorro. A acusadora desistiu do processo após receber alguma soma em dinheiro. A segunda ocorreu ao conceder uma entrevista ao portal iG, em que ele teria agredido verbalmente a jornalista com frases do tipo "te quebraria ao meio" e "ela é bem gostosinha, ela". O processo corre em segredo de justiça. 

À época, Biel liberou um vídeo de dois minutos pedindo desculpas:

 

 

Desde já, há duas diferenças notáveis entre as respostas dele e da Bel Pesce:

  1. Curto e direto ao ponto, Biel evita floreios. Assume que é culpado e dirige-se aos interessados sem mais delongas. 
  2. Biel não desperdiça tempo com concessões. Não há "mal-entendido", não há "falta de clareza". Há um único indivíduo em erro e é ele.

Há, no entanto, alguns detalhes que não podem deixar de serem observados. Biel escolhe as palavras com delicadeza: "ofendi" em vez de "agredi"; pede desculpas "a quem se ofendeu", como se houvesse contado uma piada fora do tom. Além disso, Biel escolhe seus aliados com cuidado: exime de culpa sua família e seus parceiros profissionais, algo difícil de acreditar quando seu pai era um de seus mais irredutíveis defensores

Ainda assim, a carreira dele terminou por ali. Dispensado pelo Comitê Olímpico, pelos programas de TV e pela gravadora, Biel radicou-se nos EUA e parece dedicado a viver dos lucros de sua curta carreira. Apesar de considerar que este teria sido um bom desfecho (afinal, a cadeia ainda era uma opção), precisamos analisar por que não lhe foi dada a oportunidade de um recomeço. E, para isso, precisamos sair do mundo objetivo, onde os fatos são verificáveis e concretos, e adentrar no mundo subjetivo das sensações e percepções.

Apesar do vídeo ter sido a estratégia certa, a execução foi péssima. Biel aparece lendo um texto que apresenta vocabulário muito destoante do que estamos acostumados a ouvir dele, o que nos faz acreditar que não foi ele que escreveu e, por isto, não é uma declaração sincera. Repare que nada disto é palpável: não sabemos se ele escreveu ou não (não sei quanto a vocês, mas escrevo de forma muito diferente da que falo); e, mesmo que ele não tenha escrito, não significa que não tenha sido sincero. Mas é o que eu - e os comentaristas do Youtube - depreendemos da interpretação dele. 

O vídeo demorou demais. A entrevista havia sido dada no dia 3 de maio de 2016. A queixa foi registrada na delegacia no dia 11. A denúncia tornou-se pública no dia 3 de junho. Se Biel pretendia utilizar a estratégia de redução de danos, precisava ter se pronunciado daquela forma imediatamente. Em vez disso, a resposta inicial dele foi declarar que tudo não passava de "uma brincadeira":

 

 

E, agora, o ponto que é o principal para mim e talvez tivesse convertido a opinião pública: Biel não oferece reparações. Apesar de reconhecer que causou danos e que errou, não se coloca à disposição de corrigi-los. Talvez a repórter agredida estivesse disposta a um acordo que a auxiliasse a superar o acontecido. Talvez entidades de defesa contra a violência à mulher estivessem interessadas em se utilizar da voz, do talento e dos recursos dele para impedir que o assédio sexual fosse tão corriqueiro. Talvez ações no mundo real falassem mais alto que vídeos de textos lidos no Youtube. 

Mas é claro que Biel não compartilha da minha opinião, tanto que publicou outro vídeo, um ano depois, que infelizmente é um imenso retrocesso em relação ao primeiro:

 

 

E voltamos à estaca zero. A culpa não é mais dele, mas de "gente que queria ganhar muito dinheiro", "pessoas que o julgaram sem conhecê-lo", sobrou até para a mídia que - "felizmente ou infelizmente" - .goza da liberdade de expressão. Os argumentos já são bem conhecidos, a ponto de me perguntar se houve alguma inspiração na história da Bel Pesce, que ocorreu logo depois. Depois de um ano, seu vídeo mostra apenas que Biel não está preparado para seguir em frente

 

#3 - Elika Takimoto

 

Essa seção é-me particularmente dolorosa, já que se trata de uma das profissionais que mais respeitei na vida.

 

 

Elika é uma professora de física e mãe de três filhos. Sua ascensão à popularidade vem de uma publicação que viralizou e tornou-a referência em educação no país:

 

Há quatro anos, tivemos no CEFET/RJ nossos primeiros alunos cotistas. Para entrar lá, os jovens fazem uma prova de sele...

Posted by Elika Takimoto on Saturday, April 30, 2016

 

Esta publicação circula há cerca de quatro anos nas redes sociais, e rendeu-lhe até uma ligação do Lula durante sua condução coercitiva à Polícia Federal. Não se deixe enganar: Elika sente orgulho deste texto, apesar de todas as represálias. Em todas as palestras dela que assisti, ela leu este texto para toda a audiência, que aplaudia à exaustão. Sempre achei este texto incômodo, pelo tom maniqueísta e narcisista da narrativa, mas, até então, achei que fizesse parte do estilo literário dela. Todo escritor pensa em si mesmo como alguém mais iluminado que os meros mortais - inclusive euzinho. Afinal, o desejo de escrever vem da premissa de que o escritor sente-se merecedor do direito de ser lido, e é por isso que eu pago o servidor e o domínio para ter meu nome ali em cima ao lado do cadeado.

Entretanto, eu e o restante da audiência éramos parte de um público tendencioso, disposto a perdoar falhas de coerência e contexto pelo bem da narrativa. Elika, no entanto, mergulhou em direção a outros públicos, de cunho ideológico mais identitário, e manteve o tom da narrativa. O resultado foi a execração pública: ao relatar alunos negros como alienígenas invasores de sua sala de aula e sobre como os guiou à redenção, Elika reproduziu uma narrativa conhecida como "white people solve racism" (brancos resolvem o racismo), um estereótipo aparentemente comum em Hollywood. Os públicos que até então a recebiam calorosamente passaram a produzir respostas como:

 

 

 

 

 

A reação das comunidades foi bastante violenta. Chegaram a postar cópias do contracheque, do endereço e do CPF dela na internet. Ela alega ter recebido ameaças de estupro e morte. Os perfis dela de redes sociais foram desligados (para quem a conhece, sabe que isso é sério porque ela é viciada).

Porém, este texto é sobre seguir em frente e aqui nos cabe analisar o caminho que ela tomou. A primeira reação pública dela foi publicar em seu blog pessoal (um espaço muito mais aconchegante e protegido que a selva das redes sociais) um texto de despedida chamado Até um dia, Facebook. Não vou reproduzi-lo aqui (clique no link para ler, se quiser), mas gostaria de destacar alguns pontos que julgo interessantes:

  1. O título da publicação dá a entender que a reação inflamada concentrou-se no Facebook, o que é perfeitamente compreensível, já que o Facebook foi projetado para promover discussões superficiais e polêmicas.
  2. Para alguém que parece se dar conta dos próprios erros, Elika tem uma forma peculiar de expressar sua concordância com seus acusadores: "Não existe mimimi. Não existe vitimismo. O mundo não está ficando chato. O mundo está melhorando isso sim. E isso tudo que aconteceu serviu como grande aprendizado, pois, fui acusada pela primeira vez de opressora. Perguntei-me: onde fui racista? Eu? Racista?! Já sabendo de pronto que sim, vale observar. Tinha sido racista já que há negros que se sentiram ofendidos. Essa é a regra". Ao constantemente repetir o que eles não são, Elika produz um subtexto que nos induz a pensar que eles o são. Fica o dito pelo não-dito. De fato, se estas palavras tivessem saído dos meus dedos, teria sido acusado de ironia
  3. Há algumas passagens que suscitam o modo "Bel Pesce" de lidar com as críticas:
    1. "[Por] acreditar sempre que escrevo para meia dúzia de leitores, não tomo cuidados que hoje, aprendi, preciso estar atenta": não houve críticas por desatenção. Pelo contrário, muitas das críticas - e das acusações de que seria uma fanfic (história fictícia) - reside no excesso de detalhes, e não na falta deles. 
    2. "Relendo a partir das críticas recebidas, percebi o quanto é difícil viver em uma sociedade estruturalmente racista": aqui vemos um argumento similar ao de Biel em seu segundo vídeo, lançando mão da alienação da culpa. A sociedade é racista; Elika, não. 
    3. Vimos na entrevista de Bel Pesce ao Estadão que o uso do pedido de desculpas como autopromoção é bastante contraproducente, e Elika repete-o com frequência. Ela é a professora esforçada, que teve que aprender na marra, que se reinventou como professora para ser a melhor para seus alunos.

Infelizmente, a retratação de Elika peca por não ter seguido os passos do primeiro vídeo de Biel, que foi curto, conciso e humilde. Talvez ela contasse com boa vontade da comunidade a quem tanto se dedicou, mas ela mesma, em atualização posterior no mesmo link. admite que as críticas tornaram-se apenas mais violentas. Elika manifesta incompreensão e confusão, uma vez que o pedido de desculpas realmente soou sincero (ao contrário do de Biel, que foi descrito como "robótico" à época).

Julgando ser falha do meio e não da mensagem, Elika, portanto, preparou um vídeo, onde se explica melhor e recua em alguns dos pontos da despedida:

 

 

O vídeo parece ter sido tão ou ainda mais mal recebido que a retratação anterior. Os comentários batem e rebatem na tecla de que o pedido de desculpas dela soa como mais autopromoção, mais um espetáculo midiático, mais um culto à própria personalidade. O comentário mais votado do vídeo dá voz à reação mais comum dentre os mais de 600 comentários:

 

 

É claro que, passada a tempestade, Elika sentiu-se segura o suficiente para retornar ao trabalho e ao Facebook. De fato, ela sacodiu a poeira e convidou seu público a se juntar a ela num grande espetáculo de filiação ao Partido dos Trabalhadores, com a participação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, chegando até mesmo a sondar a possibilidade de concorrer a um cargo legislativo já este ano:

 

 

 

Conclusão

 

Este texto ficou maior do que eu gostaria. Mea culpa. Entretanto, queria começar o ano com esta reflexão: como fazer de 2018 um verdadeiro recomeço?

Citei estes três casos porque gostaria de fazer uma sugestão, numa tentativa de tornar não só 2018 num ano melhor, mas também todos nós em pessoas melhores. Evitar os erros é simplesmente impossível, e seria desumano cobrar-se de si mesmo tal tarefa. Em vez disso, sugiro abraçarmos mais os pedidos de desculpas. Não qualquer pedido de desculpas, lógico. Mas está claro que nossos egos estão nos atrapalhando no caminho de conceder e receber perdão. 

Baseado nestes três casos, gostaria de propor o seguinte em todos os seus pedidos de desculpa:

  1. Seja humilde enquanto peça desculpas. Não estou dizendo para mudar quem você é, mas aja de acordo neste momento. Ajude as pessoas ao redor a terem empatia (ou simpatia) com você. Não se promova às custas do pedido de desculpas. Não fale dos seus sucessos, dos seus empreendimentos, da sua dedicação, do caminho que percorreu. Enquanto estiver pedindo desculpas, concentre-se nas desculpas.
  2. Seja honesto com os outros e consigo mesmo. Talvez o maior erro dos três envolvidos acima tenha sido a falta de honestidade. Uma dica é evitar a verborragia neste momento: quanto mais conteúdo se produz, mais maquiado o resultado. Vá direto ao ponto e faça da verdade o ponto principal.
  3. Coloque-se à disposição para reparações. Consertar o erro não o apaga, claro, mas certamente ajuda muito na cicatrização das feridas. 

E, da mesma forma, quero também propor o mesmo para todos que se sentem agredidos:

  1. Não humilhe quem está tentando se desculpar. Enquanto o outro concentra-se nas desculpas, tente se concentrar no perdão.
  2. Aceite que errar é humano. Isso vale tanto para você, quanto para os outros ao redor. Lembre-se de que perdoar também é humano.
  3. Procure ser razoável. Se o outro lado está disposto a negociar em boa-fé, disponha-se a escutar de coração aberto. Ações, afinal de contas, falam mais alto que palavras

Fica aqui meus votos de que 2018 será um ano feliz e próspero a você que conseguiu ler até o fim. Desejo-lhe que 2018 seja um ano de recomeços para que 2019 seja um ano de continuações. Até mais!

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