Monday Tales (episode XXVI)

Segunda-feira é dia de quê? Isso mesmo, fofocas da semana!

E que semana, galera! Quarta-feira foi meu aniversário e ainda estou tentando responder a todas as mensagens de parabéns. Se eu ainda não te respondi, mande de novo aguarde que sua vez vai chegar! 

Ano passado, meus alunos fizeram uma festa muito fofa e divertida para mim lá no PURA. Ignorem a falta de morangos no bolo, o que importa é a intenção

Este ano, não dava para ter festa surpresa porque meus parentes e alguns amigos apareceram lá em casa. Eu me dei algumas garrafas de vodka e ainda ganhei mais uma de vinho, o que é essencial porque já vi sóbrio não vai dar para aguentar 2018.

O Dia das Mulheres passou batido porque eu felizmente escapei da chuva de biscoitos com vida. Quase comprei o álbum de figurinhas da Copa do Mundo com 50% de desconto na promoção da Saraiva mas, infelizmente, a livraria achou que futebol não era coisa de mulher e tirou o desconto do produto. Se alguém for colecionar, avise-me porque tenho interesse. 

No mesmo dia, concedi uma entrevista a uma jornalista californiana sobre o Rio de Janeiro pós-Olimpíadas. Teve quase uma hora de duração e não sei exatamente o quanto das minhas bobagens experiências será util a ela. A narrativa de que a cidade vive uma crise de segurança pública não passa de ficção no meu percurso diário. A crise que eu vivencio é política e socioeconômica, partida do momento em que uma universidade com folha de pagamento bilionária e dezenas de milhares de alunos de graduação e pós-graduação é boicotada e sucateada propositalmente pela adminstração estadual, e do momento em que uma multinacional corrupta é desmantelada após receber bilhões em empréstimos públicos para a reforma do estádio e passa a descumprir os contratos firmados. Os arredores do meu bairro seriam menos perigosos se as instituições que o sustentam - a Universidade do Estado do Rio de Janeiro e o Estádio Maracanã - pudessem funcionar como deveriam. Espero tê-la ajudado. 

Ainda no dia, um levantamento internacional apurou que 17 das 50 cidades mais perigosas do planeta estão no Brasil, mas nenhuma delas é o Rio de Janeiro. A única cidade do estado listada, aliás, foi Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, que segue a cartilha das cidades industrializadas às pressas e empobrecidas pelo esfriamento da atividade econômica. Embora esteja incluída na intervenção, nenhuma medida foi anunciada para lá ainda. 

No sábado, aconteceu a segunda parte da comemoração do meu aniversário. Infelizmente, esqueci de tirar fotos, mas teve trio elétrico em dobro, então acho que saí no lucro. Havia duas infiéis na mesa que não gostam de camarões, mas já bloqueei as duas, não se preocupem.

Do PU para a vida. ❤️

Uma publicação compartilhada por Priscilla Govêa (@priscillagovea) em

São muito fofos, né?

Esta semana, estarei de férias do trabalho, mas infelizmente de volta à faculdade. Até que o primeiro dia transcorreu como o esperado: corredores e salas de aula completamente abarrotados de gente; luz caindo e voltando o tempo todo; e mato alto por toda parte. Para ser sincero, saí mais cedo do que eu esperava, lá pelas 15h, e cheguei em casa completamente exausto. Não sei se a rotina que planejei é realmente factível. Consegui terminar os exercícios de inglês e francês para quarta-feira, mas não o artigo que eu deveria entregar amanhã (se a professora não tivesse sumido).

Agora mesmo, mal estou conseguindo articular estas tortuosas linhas a tempo de publicá-las ainda hoje. Felizmente, meu compromisso com a fofoca é inabalável, portanto persistirei até terminar, mas está difícil. Talvez eu me acostume até semana que vem, mas não garanto nada. Até lá, mantenham-se hidratados e andem pela sombra! 


 

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