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Unfortunately Millenials Suck: Episode III

Se você vive numa cidade com acesso à Internet, infelizmente já teve o desprazer de se deparar com ele(a): usando seu MacBook para escrever um textão no LinkedIn enquanto aprecia seu frappuccino do Starbucks, o millennial empreendedor está sempre preocupado em dividir sua experiência individual e particular como xaropes de sabedoria universal para todos que conseguir importunar.

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Tags: millennials   usa   tools  

IFTTT: Inevitable Failure Today T.T

A partir de amanhã, o serviço de automação IFTTT ("If This, Then That", ou "Se Isto, Faça Aquilo" em português) passará a ser pago. O custo sugerido é de US$10 mensais. É a morte anunciada do serviço: nada como cobrar por ele para mostrar aos usuários como é inútil.

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Tags: review   social networks   tools   usa  

Monday Secrets (episode XXXII)

Uau, faz quase dois meses que não posto por aqui. Gostaria de dizer que é porque não tenho novidades, mas infelizmente é só porque não posso contar mesmo. A vida é que nem o dicionário: o sigilo sempre vem antes do sucesso. #segundou

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Tags: brazil   rio de janeiro   monday  

Monday Secrets (episode XXXI)

Dessa vez, não deixei passar batido: está tudo no PODER DA MENTE! #segundou e eu só penso em SEGREDOS SEGREDOS SEGREDOS DE SEGUNDA-FEIRA!

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GNOME Shell Extensions #2: NetSpeed (review)

Se você chegou até aqui, sabe que rWindows é um completo lixo, mas talvez ainda seja vítima da @NEToficial provedora de conexão à Internet. Chegou a hora de descobrir. 

Os ícones são bastante óbvios, ainda que as interfaces possam ter nomes confusos para os menos chegados.

A extensão de hoje é bastante simples, mas é tão silenciosamente útil que só percebo a falta dela quando sou forçado a usar um sistema operacional inferior. Chama-se NetSpeed, é de código aberto e, basicamente, o que ela faz é mostrar as velocidades instantâneas de download e upload na barra de tarefas.

Em condições normais, ela soma todas as taxas de download e upload (cada) em todas as interfaces de rede (útil para quem, como eu, usa Wi-Fi, 4G hotsposts, Ethernet e VPNs simultaneamente). A configuração padrão é boa o suficiente.

Mas, como tudo em Linux, é bastante configurável: dá para somar todas as taxas numa só (útil para quem tem conexões franqueadas, que costumam ter um limite só para download e upload), mudar os tamanhos dos ícones e a taxa de atualização, e até selecionar só um subconjunto de interfaces a serem vigiadas. Um gol de placa do desenvolvedor é usar a mesma fonte que a UX do sistema operacional: a integração é tão perfeita que fica difícil perceber que se trata de um puxadinho e não de uma ferramenta nativa.

As configurações são simples e fáceis de mudar: o clique com o botão do meio alterna entre os modos de DOWN/UP e soma total.

O tutorial envolve os mesmos três passos da última vez:

  1. caso não esteja instalado ainda, adquira o conector das GNOME Shell Extensions:

    1. Debian/Ubuntu e derivados: sudo apt install chrome-gnome-shell

    2. Fedora e derivados: dnf install chrome-gnome-shell

    3. Arch e derivados: sudo pacman -S chrome-gnome-shell

  2. o conector depende de uma extensão do navegador (basta um, escolha seu favorito):

    1. Mozilla Firefox (recomendo)

    2. Opera aceita extensões do Google Chrome, mas antes precisa desta extensão aqui

    3. Chromium e derivados (Chrome, Vivaldi, Brave, Opera, etc):

      1. se você não conferiu ainda, dê uma lida nos motivos para parar de usar Google Chrome

      2. no caso do Opera, é preciso ainda habilitar a extensão nas configurações (o próprio Opera aponta o caminho)

  3. instalar a extensão NetSpeed direto do site das GNOME Shell Extensions (clique no interruptor)

Como sempre, é um procedimento bem simples e, desta vez, bastante útil. Se você tiver uma conta na loja de extensões GNOME (tem maluco para tudo), ela guarda uma lista das extensões para daqui a dois anos, quando você decidir fazer upgrade do sistema operacional.

Enquanto isso, seguimos com a programação normal. Haters dirão que preferem continuar na zona de conforto, mas sabemos bem que o conforto acaba quando a restauração forçada aparece:

Tomara que seja pirateado porque não dá para pedir o dinheiro de volta. Fonte: a própria Microsoft.

Um abraço aos colegas linuxers e até a próxima!

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Tags: firefox   review   tools   google chrome   linux